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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Paralelo

O que corrompe esse ser deve ser a falta de soberania sobre o que ainda não se conhece e toda essa necessidade de verbos lhe faz soar exagerado e mais ainda atraente como chuva com vento na infância, aquela mesma que ficou tão longe,tão perdida em meio a porres e choro,perdida também no pó de seus anos.Mas hoje habita algo que não deve ser nomeado,grifado...- não quero!!!!Vivo nesse paralelo onde posso ostentar uma lágrima em um olho e um sorriso em outro.

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